O EVANGELHO É O PODER DE DEUS PARA A SALVAÇAO.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O EVANGELHO DE CRISTO É O PODER DE DEUS.: Ou Somos Filhos ou Escravos.

O EVANGELHO DE CRISTO É O PODER DE DEUS.: Ou Somos Filhos ou Escravos.: O ESCRAVO VAI… O FILHO FICA… É a religião que nos escraviza e nos afasta do amor do Pai! Jesus disse algo solto…, e que a gente acolhe p...

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10 maneiras de identificar um fariseu

10 maneiras de identificar um fariseu


Zé Luís

No meio cristão é usual associarmos a hipocrisia com o que chamamos “fariseu”, já que era Jesus quem denunciava-os publicamente dessa forma, sem se importar com a influência política que esses líderes religiosos da época tinham, a ponto de poderem conseguir penas capitais através do Estado dominante - no caso, Roma – como a crucificação, por exemplo.

Fariseus tinham apoio público para seus atos, inquestionáveis, e exerciam a posição mais poderosa deste mundo: ministravam diretamente ao Deus Altíssimo, criador dos Universos.

Mas a pergunta que não quer calar é: você é um fariseu? Tem tendências a isso? Será? 



1. Boas intenções originais justificando atos ruins

A seita dos fariseus surgiu em uma época anterior ao nascimento de Cristo, na época dos Macabeus – vide livros apócrifos na bíblia católica – quando a influência da religião helênica romana começava a trazer elementos à religião judaica (como o uso de imagens representando deuses) que descaracterizaram a Lei Mosaica, patrimônio nacional. Defender a manutenção dos valores da Lei era, além de apologia religiosa, garantia de que o Judaísmo não seria contaminado com abominações como a Idolatria.

Essa luta apologética pela preservação das Escrituras foi o marco inicial do grupo. Não demorou muito para que essa seita, que migrou para partido político, começasse a abandonar a força original, já que a liderança era passada de pai para filho, e os mesmo nem sempre tinham a mesma perseverança de seus antepassados, mas usando do prestígio do passado para se manter a frente, no poder.


2. A organização em nome de Deus é mais importante que Deus.

Jesus denunciou isso sistematicamente, não respeitando líderes daquele grupo por serem gente bem colocada socialmente. O mestre pedia contas a eles pelas responsabilidades que tinham em mãos, questionando a postura egocêntrica quando usavam de suas posições para beneficiar-se. O uso de retóricas religiosas para justificar atos perversos, e a incorporação desses atos como regras a serem usadas em benefício próprio, mesmo quando isso não é compatível com os preceitos no qual, originalmente, se propôs quando ingressou na organização é típicamente farisáica. A tradição de um sistema, mesmo que claramente perverso, para um fariseu, é mais importante do que a religião defende.


3. Não existir policiamento para quem faz policiamento é uma benção

Um dos detalhes que mais aborreciam o Mestre era o fato dos fariseus “aperfeiçoavam” cada vez mais as Leis e não às cumpriam. 

Era comum entre os “rabinos” a discussão sobre determinados pontos da lei, como por exemplo, o cumprimento do sábado sagrado: Se um discípulo, quando questionado sobre quanto se pode caminhar em um Sabath respondesse 10 quilômetros , e outro 2 quilômetros, aquele que deu uma margem mais “dura” era tido como um bom discípulo, enquanto o que dava uma distância menor era tido como “liberal”, um “abolicionista da Lei”. Jesus acusava-os de inventar preceitos rígidos, fardos pesados, para cobrar dos outros o cumprimento, mas nem de longe cumpriam. Uma regra mais justa é melhor elaborada quando o próprio policiamento se policia. Isso pareceria muito mais com misericórdia, sentir a dor alheia.


4. Inventar regras para evitar debates

A interpretação da Lei com textos fora de contexto - assim como fazem com a Graça hoje – muitas vezes foi artifício montado para evitar questionamentos de mentes mais ávidas. Jesus questionou essa postura e - sendo conhecedor da Lei( que Ele mesmo criou) – não dava brecha para esse tipo de invenção. O messias, não saindo do contexto e não estando atado a proteção de nenhuma organização religiosa, explanava as reais razões e motivações que originavam a criação da Lei. O Legalismo ainda hoje é uma forma eficaz de calar bocas, embora não passe de falácia.


5. Máscaras

A aparência na vida de um fariseu é primordial. Diferente de um político – que necessita da projeção para ganhar votos – o religioso, que tinha seu cargo assegurado por ser de descendência, exige que os lugares de honra, assim como exige que os que vivem a sua volta o tenham como uma espécie de ser sagrado, o que Jesus nunca fez.



6. Em nome da proteção da Lei, ele quebrará a Lei

Está escrito “Não matarás”, “Não dará falso testemunho”, mas para calar a boca de Deus, os fariseus ignoram fatos e quebram o Mandamento, não explicitamente, mas com a desculpa de que, na verdade, estão destruindo o inimigo da Lei. Pregadores da Justiça cometendo injustiças para que a suposta Justiça prevaleça.


7. Fariseus perdem o foco sempre que sua teologia é confrontada

Kemuridama é um artificio ninja para escapar de determinados confrontos, uma pequena explosão de fumaça que oculta a fuga do guerreiro. Jesus – e mesmo o apóstolo Paulo – usou a “ressurreição” como kemuridama quando estava entre fariseus e saduceus, grupos de pensamento contrário sobre o assunto, deixando de ser o foco de ataque, deixando que se engalfinhassem com suas infrutíferas discussões sobre o sexo dos anjos.

Paulo conhecia o artifício tão bem que alertou contra ele, quando soube que haviam alguns assumindo linhas “teológicas” de Apolo, Pedro ou Paulo. “estaria Jesus dividido?”. Ainda pode-se ver hoje discussões acaloradas sobre a compreensão adotada (vide Calvinismo x Arminianismo).


8. Seguir a Lei só quando é conveniente

Por tradição, o filho do sacerdote do templo deveria assumir o sacerdócio e cumprir toda a Lei. Na época de Jesus, o sacerdote herdeiro não estava no templo, mas no deserto, não tinha vestes sacerdotais, mas pele de camelo, substitui a alimentação levítica por gafanhotos e mel. João Batista era filho de Zacarias, mas quem estava no comando dos “negócios” do templo era dois parentes, Anás e Caifás, genro e sogro. Se houvesse zelo como defendiam aqueles fariseus, certamente não assumiriam a posição que não lhes pertencia, nem quebraria a preciosa tradição, já que existe apenas um sumo-sacerdote, e não dois, intercalando-se ano a ano. A necessidade de projeção social fez com que fizessem vistas grossas àquela situação óbvia, e ignorar a Lei aqui seria prejudicial.

Muitas igrejas mantém regras obviamente erradas para manter em beneficio aqueles que a criaram, apesar de serem nitidamente injustas e incondizentes com o Cristianismo que buscam defender.


9. Por trás da aura angelical, ira belicosa

Todo fariseu posta certo ar de equilíbrio quase zen-budista. Isso dá segurança aos que veem como referência espiritual. Isso é uma arte Alguns exageram, ficam com trejeitos estranhos, esquisitices. Na intimidade, são pessoas comuns, até agressivas, e algumas até perversas. Isso é comum quando a necessidade da aparência suplanta a necessidade intima de conversão.


10. Mentiras em nome de Deus

Um fariseu conhece a Palavra, isso é fato. Somando-se a sua aparência de legítima santidade e o reconhecimento público de suas insígnias, uma mentira ou outra, usadas por “causa justa” jamais serão questionadas. Quem, em sã consciência questionaria um servo de Deus e correr o risco de ser fulminado pelos céus por petição desse servo?
Mentiras ajudam a manter o rebanho, reforçam verdades universais com pequenas distorções benéficas aos cofres, colaborando na manutenção e expansão do reino (com letra minúscula mesmo).

É a forma mais rápida de se atuar em nome de Deus quando o Espírito não tem mais vez nas escolhas da comunidade.


GENIZAH.

COMUNIDADE MESSIÂNICA EM ISRAEL É CONDENADA PELA JUSTIÇA POR OBEDECER À BÍBLIA

COMUNIDADE MESSIÂNICA EM ISRAEL É CONDENADA PELA JUSTIÇA POR OBEDECER À BÍBLIA



Um Tribunal distrital de Jerusalém rejeitou o recurso apresentado pela moshav de judeus messiânicos Yad Hashmonah, condenando-a até a pagar uma indenização de 15.000 dólares a duas lésbicas, por se recusar a realizar uma recepção de "casamento" das duas mulheres nas suas instalações.

O juiz Moshe Hacohen deliberou de acordo com a decisão anterior, segundo a qual, uma vez que a pousada Yad Hasmonah é uma área hoteleira aberta ao público, a comunidade não pode impôr a sua fé religiosa sobre indivíduos ou grupos que queiram fazer uso das suas instalações.

"Não há contradições neste caso" - alegou o juiz, acrescentando: "Yad Hashmonah recusou permitir a recepção de casamento por as mulheres serem lésbicas. Na sua apelação, a comunidade alega que tem autoridade para recusar a recepção por causa das suas crenças. A maior parte dos membros da comunidade são judeus messiânicos que fundamentam a sua fé em elementos do judaísmo e do cristianismo evangélico, uma fé baseada nas Escrituras hebraicas e no Novo Testamento como Palavra de Deus."

Na sua apelação, Yad Hashmona alegou que "o estilo de vida destas lésbicas está em absoluta contradição com as Escrituras hebraicas e com o Novo Testamento. As leis que regulamentam a liberdade de religião devem proteger-nos de permitirmos uma cerimónia no nosso jardim que está em completa contradição com a nossa fé."

O Tribunal de Jerusalém determinou no entanto que a recusa do Yad Hashmona em permitir a celebração das lésbicas vai contra a lei que declara ser "proibido agir de uma forma que se discriminem pessoas por serviços prestados ou pelo acesso a lugares públicos." O juiz assinalou ainda que a sala de reuniões da comunidade messiânica está completamente separada da casa de hóspedes, e que é um espaço turístico secular.

Os advogados da Yad Hashmonah recorreram da primeira instância, defendendo os princípios e valores pelos quais se rege a comunidade messiânica, explicando que os crentes messiânicos defendem com apego a importância do casamento tradicional entre um homem e uma mulher.

O tribunal concordou que os residentes de Yad Hashmonah têm todo o direito de praticar a sua fé. No entanto, e visto estarem a administrar um negócio regular e secular, é-lhes requerido aderirem à lei que proíbe a discriminação com base na religião ou preferências sexuais. Se a Yad Hashmonah quer abrir o seu negócio ao público em geral - determinou o juiz - tem então de estar disponível para providenciar serviços até mesmo a pessoas ou grupos que não se enquadram nos seus gostos ou preferências.

Há muitas casas de hóspedes e negócios em Israel que são pertença e geridos por organizações messiânicas ou cristãs. Esta decisão do tribunal é um aviso a todos os estabelecimentos orientados pela fé bíblica em todo o Israel de que não poderão recusar o uso das suas facilidades, desde que abertas ao público em geral.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

18ª ESCOLA BÍBLICA PARA OBREIROS

18ª ESCOLA BÍBLICA PARA OBREIROS

18ª Escola Bíblica para Obreiros
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A já tradicional Escola Bíblica para Obreiros da Assembleia de Deus de Viamão está em sua 18ª edição, sempre acontecendo nos meses dezembro e fazendo parte do calendário de atividades da AD Viamão. Este ano trouxe o tema “A contínua e progressão revelação Divina” com os professores Pr. Eliel Gomes/ S.O.S. África, Pr. David Mattos/Presidente AD Viamão e o Ev. Carlos Júnior/Rio de Janeiro.
Ao longo das cinco noites Deus falou poderosamente aos obreiros com o ensino de Sua Palavra, o Pr. Eliel abordou o tema principal, o Pr. David trouxe um profundo conhecimento de Geografia Bíblia e o Ev. Carlos pregou para o crescimento espiritual do obreiro.
Recebemos muitas visitas ilustres em nossa escola, queremos destacar o Pr. Gil Capuepue presidente da Igreja Assembleia de Deus Pentecostal Congregação Nova Aliança em Luanda/Angola, filho ministerial do Pr. David quando foi missionário na África do Sul, veio especialmente para a participação da 18ª EBO.
Outro destaque foi a organização do evento, disse o Pr. David Mattos diretor da EBO: – A melhor escola já realizada ao longo das 18 edições marcada pela organização. A equipe de Comunicação da AD Viamão, implantou o sistema digital de cadastramento na “nuvem” com leitores de código de barras tornando o controle de presença dinâmico e prático, onde não houve burocracia nem filas de espera.
Vimos e sentimos o mover do Espírito Santo sobre os participantes, e em breve colheremos os frutos das sementes lançadas pela a exposição da poderosa Palavra de Deus.

A NECESSIDADE DE UM AVIVAMENTO!


Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se regozije em ti?” Sl 85.6.

Já faz alguns anos em que, pelo menos de tempo em tempo, desperta o clamor em oração por um avivamento em nossa igreja. Sem dúvida este clamor foi impulsionado pela Escola de Cristo que trouxe a conscientização de que é possível termos um aviamento hoje como já o tivemos no passado. Contudo, sabemos que nosso clamor segue o de gerações de crentes ,que já buscavam um avivamento da parte de Deus.
Hoje em dia é muito comum vermos pessoas chamarem grandes eventos de avivamento. Se há um pregador ou um cantor famoso, sempre surge alguém rotulando o ajuntamento de pessoas para tal evento como avivamento. Mesmo quando temos um real mover do Espírito Santo de maneira mais profícua, ou um evangelismo mais intenso aparece alguém para denominar de aviamento o que está acontecendo.
Nenhuma destas coisas pode ser confundida com avivamento, mesmo que sejam coisa boas e dignas. Basta olhar a história dos grandes avivamentos do passado para percebermos que ainda não estamos vivendo um avivamento.
Os Estados Unidos experimentou um avivamento que é chamado de O Grande Despertamento (1720-1740). Jonathan Edwards o pregador da famosa mensagem “Pecadores nas mãos de um Deus irado,” transmitida na cidade de Enfield em 1741, foi o líder deste avivamento. Este avivamento levou a conversão de milhares de pessoas que passaram a buscar a santificação para suas vidas.
Outro verdadeiro avivamento, que também aconteceu nos EUA, foi o avivamento da Rua Azusa em Los Angeles. Este avivamento ocorreu de 1906 a 1913 através da Missão da Fé Apostólica. O principal líder deste avivamento foi Willian J. Seymour.
O avivamento da Rua Azusa foi tão intenso que se acreditava que a igreja estava voltando aos tempos de glória da igreja neotestamentária. Foi deste avivamento que o falar em línguas ganhou espaço tornando-se a evidência do batismo no Espírito Santo em quase todas as igrejas pentecostais ainda hoje.
Talvez o último verdadeiro avivamento que se tem registro tenha acontecido nas Ilhas Hébridas (Escócia) sob a liderança de Duncan Campbell. Eu tive a acesso a gravações onde o Pastor Duncan relata sua experiência naquele lugar. Ele mesmo conta que o avivamento começou por causa da oração de duas senhoras idosas Peggy e Christine Smith.
O avivamento das Ilhas Hébridas aconteceu entre 1949 e 1952. Milhares de pessoas se voltaram para Deus neste período, há registros tremendas manifestações do Espírito Santo. Uma convicção tão grande caiu sobre os pecadores naquele lugar que homens e mulheres começaram a buscar as igrejas. Em certa ocasião após sentirem a presença de Deus onde oravam, Duncan Campbell encontrou pessoas pelas ruas, às três horas da madrugada, clamando ao Senhor por misericórdia.
Hoje o que chamamos de avivamento não tem efeito nenhum para restringir o pecado, não produz nada duradouro para o reino de Deus. Os líderes destes chamados avivamentos estão mais interessados em fama e dinheiro e ao invés de edificarem o Reino de Deus, estão edificando um reino para si próprios.
Precisamos continuar orando, clamando a Deus por um verdadeiro avivamento. Um avivamento que produza salvação e um genuíno mover do Espírito Santo de Deus. Um avivamento que vire a mesa dos cambistas e charlatões do evangelho sem cruz tão propagado hoje. Necessitamos de um avivamento onde o homem seja apenas um coadjuvante daquilo que Deus fará.
É possível tal avivamento? Sim, Deus é o mesmo. Tudo que Ele já fez, Ele pode fazer novamente e ainda maior!
Pr. David B. Mattos
 

PERSEGUIÇÃO NA INDIA

Governo declara 25 de dezembro como o dia de perseguir cristãos na Índia

Imagem: DivulgaçãoA comemoração do nascimento de Cristo, data comemorada por cristãos em todo o mundo, sempre foi alvo de perseguição por parte de muitos grupos na Índia. O governo declarou que neste dia pelo menos quatro mil cristãos terão de se converter ao hinduísmo.
O governo da Índia declarou que 25 de dezembro deve ser comemorado como o “Dia dos Bons Governantes”’ porque esta data passa a homenagear Atal Bihari Vajpayee (ex-primeiro – ministro da Índia, fundador do Janta Partido Bharatiya), bem como o de Pandit Madan Mohan Malaviya (educador indiano e político, conhecido por seu papel no movimento de independência da Índia e sua adoção de nacionalismo hindu).
As escolas terão que organizar um concurso de redação nos dias 24 e 25 de dezembro. Os temas serão divulgados no dia 23 de dezembro. Vários diretores de escolas expressaram sua preocupação com este assunto, argumentando que o plano seria injusto para os estudantes cristãos. Além disso, o plano também iria interferir com a programação de férias regulares da maioria das escolas que iniciam no dia 24 de dezembro ou 25 de dezembro, em virtude do início do inverno.
No dia de Natal, lembre-se de orar pelos cristãos perseguidos pelo governo da Índia que parece ter inúmeras estratégias para desencorajar o cristianismo no país.

Príncipe Charles diz que “ora fervorosamente” pelos 150 milhões de cristãos perseguidos no mundo

Príncipe Charles diz que “ora fervorosamente” pelos 150 milhões de cristãos perseguidos no mundo


A perseguição religiosa contra cristãos atinge 150 milhões de fiéis ao redor do mundo, segundo revelou um estudo francês coordenado pelo jornalista Samuel Lieven.
O trabalho resultou na publicação do Livro Negro da Situação dos Cristãos no Mundo. O projeto descobriu ainda que 80% das pessoas que sofrem perseguição religiosa no planeta são cristãs.
Anualmente, 100 mil cristãos são mortos em média por não abandonarem sua fé. Esse número significa que a cada minuto, cinco fiéis perdem a vida por seguirem a Jesus Cristo, de acordo com informações da Epoch Times.
Diante do genocídio de cristãos ao redor do mundo, o príncipe Charles – primeiro na linha de sucessão da rainha Elizabeth II – afirmou que tem orado fervorosamente em favor dos cristãos perseguidos.
Durante uma visita à Igreja Ortodoxa Siríaca de Londres, Charles contou que tem estado em contato com comunidades cristãs com relação próxima com os perseguidos pela causa de Cristo, segundo informações do Christian Post.
“Esta é a terceira visita que faço nas últimas semanas a igrejas cujas congregações têm a experiência da perseguição desumana e destruidora de almas. Neste tempo de Advento, uma época de celebração, é de partir o coração profundamente que muitos cristãos sejam perseguidos por sua fé”, afirmou o Príncipe de Gales.
O herdeiro do trono do Reino Unido afirmou que além das orações, tem feito esforços diplomáticos para pôr um fim à perseguição religiosa.
“Por mais de 20 anos eu tento construir pontes entre pessoas de diferentes crenças e apelar para uma maior compreensão, por uma maior tolerância e para a harmonia entre as grandes religiões do mundo. Num momento em que tão pouco é considerado sagrado, é literalmente diabólico que essas pontes simbólicas estejam sendo destruídas”, lamentou o príncipe.
Ao final de sua fala, o príncipe Charles lembrou as palavras do apóstolo Paulo na segunda carta a Coríntios: “De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo”.

FALSOS PASTORES: COMO IDENTIFICÁ-LOS?





  • 1. FALSOS PASTORES: COMO IDENTIFICÁ-LOS? Em Atos 20:29-30 está escrito: “Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão o rebanho, e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si”. Como podemos ver acima, dentro do seio da igreja surgirão pessoas que se levantarão contra a obra de Deus, buscando atrair os discípulos após si. E com qual objetivo? Vejamos o que está escrito em 2 Pedro 2:2-3: “E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita”. O objetivo é a exploração financeira, a ganância de ganhar dinheiro a todo custo, mesmo que seja através do engano (palavras fingidas). Tais pessoas, que não possuem o Espírito de Deus, pensam que a religião é um meio de enriquecimento, como podemos ver em 1 Timóteo 6:5, que diz: “... Homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade é fonte de lucro”. Infelizmente, muitos pastores e obreiros estão entrando neste barco furado da corrupção e do amor ao dinheiro. Este estudo tem por objetivo, admoestar as ovelhas de Cristo a reconhecerem os falsos pastores que estão dentro de várias igrejas do Brasil e do mundo. Vale salientar que quando digo pastores, estou me referindo genericamente a todos aqueles que exercem um cargo de liderança na igreja, como presbíteros, bispos e apóstolos. Não admitem críticas e exigem uma obediência cega. Obediência cega é aquela que não admite questionamentos. Em primeiro lugar, ninguém está acima de críticas e quando um pastor foge do contexto bíblico e passa a ensinar doutrinas que não condizem com as Escrituras Sagradas, tal pastor deve sim ser questionado e incentivado a retornar à pureza do ensinamento escriturístico. Em Atos 17: 10-11 está escrito: “E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda a avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim”. Em 1 João 4:1 está escrito:
  • 2. “Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. ”Em 1 Tessalonicenses 5:21 está escrito: “Julgai todas as coisas, retende o que é bom”. Observem irmãos em Cristo, que a própria Bíblia nos incentiva a verificar se um determinado ensinamento está (ou não) de acordo com as Escrituras, reprovando tudo que vai além da doutrina de Cristo. Não é rebeldia examinar uma pregação, questionar e discordar de um pastor; rebeldia é aceitar um ensinamento contrário as Escrituras, como podemos ver em 2 João, versículos 10 e 11: “Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas vindas faz-se cúmplice das suas obras más”. Caso o pastor da sua igreja não admita ser questionado e exija obediência cega, com certeza ele é um falso pastor. Lembrem-se: não existe infalibilidade pastoral. Se você está debaixo de uma autoridade pastoral abusiva, deixe esta igreja e busque outra igreja, onde Deus seja levado realmente a sério. Gostam de mandar na vida das ovelhas Em 1 Pedro 5:2-3 está escrito: “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho”. Observem que a função dos pastores não é de dominar a vida de suas ovelhas; um pastor pode, no máximo, dar conselhos, mas nunca mandar na vida de alguém. Lembrem-se: o Senhor (Dono) da sua vida é Cristo, não o pastor. Caso o pastor da sua igreja se ache no direito de mandar na vida das ovelhas, com certeza ele é um falso pastor. Gostam de esfolar financeiramente as ovelhas Uma alma vale mais que o mundo inteiro. No entanto, há vários pastores que esfolam financeiramente suas ovelhas, inventando as mais diversas campanhas, como se a benção e o amor de Deus estivesse vinculado ao dinheiro. Em Romanos 8:32 está escrito: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?”. Deus nos abençoa porque Ele nos ama e não por estarmos participando desta ou daquela campanha. Atualmente estamos vivendo um verdadeiro estelionato psicológico dentro de várias igrejas evangélicas, onde tudo gira em torno do dinheiro. Lembrem-se: Deus nos ama pelo que somos e não pelo que podemos
  • 3. oferecer financeiramente na igreja. Caso o pastor da sua igreja esfole financeiramente as ovelhas, ele é sem dúvida alguma, um falso pastor. Passam a idéia de que as ovelhas precisam dele para serem abençoadas Esta é uma das táticas mais praticadas pelos falsos pastores. Em Lucas 11:9 está escrito: “Por isso vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-sevos-à”. Irmãos, o véu foi rasgado e hoje temos acesso direto a Deus através do nome de Jesus. Sempre que precisarmos de uma benção em nossas vidas, basta orarmos e pedirmos a Deus. Não dependemos da oração do pastor para sermos abençoados; é claro que a oração de alguém por nós sempre será bem vinda, mas no que se refere a sua vida, Deus quer ouvir a sua oração, pois deste modo, você terá experiências com Deus e o seu relacionamento com Ele irá amadurecer. Lembrem-se: a oração de um pastor não é mais poderosa que a oração de qualquer outra pessoa, pois Deus não faz acepção de pessoas. Todas as nossas orações são importantes aos olhos de Deus, independente de sermos ou não um pastor. Caso o pastor da sua igreja ensine que você precisa da oração dele para ser abençoado, ele é um falso pastor. Este estudo apresentou somente algumas das táticas utilizadas pelos falsos pastores; é claro que não tive por objetivo esgotar todas as artimanhas utilizadas por esses obreiros fraudulentos, até mesmo porque são muitas as táticas utilizadas por eles. Eu gostaria de terminar este estudo dando o seguinte recado aos falsos pastores, presbíteros, bispos e apóstolos: “Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros, só mais tarde se manifestam.” (1 Timóteo 5:24) . O dia de vocês prestarem conta a Deus irá chegar.

COMÉRCIO NAS IGREJAS , ABOMINAÇÃO PARA O SENHOR



COMÉRCIO NAS IGREJAS , ABOMINAÇÃO PARA O SENHOR 


Outros comercializam o dom que de graça recebeu do Senhor, fazendo negócios dentro e fora das reuniões sem nenhum temor e respeito a obra de Cristo, confrontando a sua Palavra, são verdadeiros industriais, empresários da fé, usando o sangue inocente e sacrifico do Senhor para remissão dos nossos pecados de muitos, como marketing de empresas.
À propósito vamos conhecer melhor esta palavra:
MARKETING:
Conjunto de estudos e medidas que provêem estrategicamente o lançamento e sustentação de produto ou serviço no mercado consumidor, garantindo o bom êxito comercial da iniciativa. É o mesmo que mercadologia.
MERCADOLOGIA:
Execução das atividades de negócios que encaminham o fluxo de mercadoria e serviços, partindo do produtor até o consumidor final.
Irmão, e você sabe quem é esse consumidor final?
É justamente você, que compra ou colabora de alguma forma com esse comércio que escandaliza a Palavra, e lamentavelmente o homem dissoluto que não teme à Deus, abre um ponto comercial em cada esquina, com requinte e caráter de empresa, colo um rótulo de “igreja”, mas o único objetivo é extorquir a fé dos que buscam servir ao Senhor.
Agora observem o que aconteceu quando Jesus entrou no templo e surpreendeu alguns homens comercializando, principalmente animais que seriam usados para sacrifícios em holocausto, conforme uso da lei de Moisés (Levíticos Cap. 1, 2, 3...).
Evangelho de João 2.13-16 relata que estava próxima a páscoa dos Judeus e Jesus subiu a Jerusalém, e achou no templo os que vendiam bois, ovelhas, pombos, e os cambistas assentados. E tendo feito um açoite de cordéis, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas e espalhou o dinheiro dos cambiadores e derrubou as mesas. E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes, e não façais da casa do meu Pai, casa de venda.
No Evangelho de Mateus 21:13, disse Jesus: Está escrito, a minha casa será chamada casa de oração, mas vós a tendes convertidas em covil de ladrões.
Irmão, reflita, onde muitas vezes estamos buscando as bênçãos e convictos que estamos servindo ao Senhor? Porventura pode alguém encontrar o nosso Deus que é íntegro, santo, puro, em covil de ladrões?
Deus é conivente com a iniqüidade? Por isso, Jesus se indignou com o comercialismo e a profanação do templo, o qual não viu outra saída se não limpar o templo expulsando os corruptos. Suas ações foram atemorizantes, e muitos fugiram dali por causa dela.
Porém, as crianças, os cegos e os coxos, ficaram e Ele os curou, porque no Evangelho de Lucas 4.15, relata que pela virtude do Espírito Santo Jesus ensinava nas sinagogas, e anunciou: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.
Porque Jesus veio para os doentes, buscar e salvar o que havia se perdido. Agora meditem nos textos abaixo, o aprecie o resultado pela corrupção, quando se usa o nome do Senhor:
O capítulo 5 de II Reis, descreve que o general Naamã sendo agraciado pela cura da lepra, ofertou a Eliseu, profeta de Deus, grande valor de bens materiais, mas esse recusou, apesar da insistência de Naamã com ele para que a tomasse, mas ele não aceitou.
Porem, Geazi, servo do profeta Eliseu, correu atrás de Naamã, e tomou os bens que o seu senhor havia recusado. E como recompensa pela corrupção herdou a lepra que estava em Naamã.
Episódio semelhante ocorreu no Novo Testamento (Atos 8.9-23), conta que em Samaria, um certo homem chamado Simão, que anteriormente exercera naquela cidade a arte mágica e tinha iludido a gente de Samaria, dizendo que era uma grande personagem; ao qual todos atendiam, desde o mais pequeno até ao maior, dizendo:
Este é a grande virtude de Deus. Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres. E creu até o próprio Simão; e, sendo batizado, ficou, de contínuo, com Filipe e, vendo os sinais e as grandes maravilhas que se faziam, estava atônito.
Os apóstolos, que estavam em Jerusalém, ouvindo que em Samaria receberam a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João, os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo. (Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido, mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus).
Então, lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo. E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo.
Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, dessa tua iniqüidade e ora a Deus, para que, porventura, te seja perdoado o pensamento do teu coração; pois vejo que estás em fel de amargura e em laço de iniqüidade.
Hoje, em muitas “igrejas”, há um comércio escancarado, principalmente na vendagem de livros, e CDs, roupas e salgados. Homens enganando o seu semelhante, dizendo aos irmãos que serão abençoados com a aquisição daquele material.
Mas a Palavra do Senhor diz outra coisa, ela diz que a unção vem de Deus. Vejam: I João 2:26, 27, diz: Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam. E a unção que vós recebestes dele fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas.
Evangelho de João 14.26, diz: Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
Portanto meu irmão, minha irmã, se você está vendendo, comprando, ou contribuindo de alguma forma para que haja comércio de qualquer espécie na instituição religiosa chamada “igreja”, para transformá-la em covil de ladrões, e for surpreendido pela presença do Espírito Santo do Senhor, você estará praticando a iniqüidade, e, poderá também, como aqueles que comercializavam no templo do Senhor, ser lançado fora, porque o dom de Deus não se compra e nem se alcança com o dinheiro, mas com humildade, fé e a unção do Espírito Santo, que vem do Alto.
quem tem ouvidos , ouça o que o ESPÍRITO diz às Igrejas !